Quando fez cinco anos de casada, Walquiria achou que estava na hora de ter um bebê. O que não imaginava é que essa decisão abalaria tanto a sua autoestima. Depois de quatro meses tentando engravidar, procurou um médico especializado e descobriu que não ovulava. A saída era fazer um tratamento hormonal. O processo durou 11 meses e rendeu 10 quilos à Walquiria, que na época pesava 50. “O hormônio me deixou muito irritada e ansiosa. Quando me dei conta, não entrava nas roupas e estava cheia de celulite”, desabafa. Depois que engravidou, achou que não fosse engordar tanto durante os nove meses. Puro engano! Aumentou mais 20 quilos e o ponteiro pulou para 80 quilos.
Desesperada, Walquiria suou o top: fez pilates, hidroginástica, esteira e ginástica localizada. Mas a situação não mudou, afi nal não conseguia controlar a comilança. “Acho que se eu não tivesse malhado tanto, seria ainda pior”, analisa. “No fundo, me sentia insegura e descontava na comida”, conclui. O horário crítico da gula era de madrugada. Ela abria a geladeira e comia até não poder mais.
As visitas ao médico eram um drama: saía de lá chorando por causa das broncas que levava. “Ele disse que eu deveria parar de engordar nos 68 quilos, mas no quinto mês eu já estava pesando isso”, recorda.
Um dia, quando estava de shortinho em casa, o marido olhou para ela e disse: “O que é isso? Credo!” Eram os furos de celulite espalhados nas pernas. A partir daí, ele passou a chamá-la de carrinho de pipoca. “O legging e o blusão preto viraram uniforme. Cheguei a recusar um convite para ser madrinha de casamento porque nenhuma roupa caía bem. O noivo não entendeu a minha situação e eu fiquei bastante chateada”, recorda. Walquiria ficou com a autoestima totalmente abalada. Chorava muito e não quis mais ficar nua na frente do marido. Mas jurou para si mesma que voltaria a ser magra.
O bebê nasceu e, 20 dias após o parto, liberada pelo médico, voltou para a academia. Só que o ponteiro da balança não mexeu. “As pessoas diziam que eu estava deformada de tão gorda”, lembra. Para completar a tristeza, seu leite secou. Sem rumo, passou a fazer dietas malucas e chegou a tomar fórmulas para emagrecer. Até conseguiu diminuir 8 quilos, mas o resultado foi desastroso: qualquer coisa a irritava! Foi aí que ela decidiu seguir outro caminho.
Desesperada, Walquiria suou o top: fez pilates, hidroginástica, esteira e ginástica localizada. Mas a situação não mudou, afi nal não conseguia controlar a comilança. “Acho que se eu não tivesse malhado tanto, seria ainda pior”, analisa. “No fundo, me sentia insegura e descontava na comida”, conclui. O horário crítico da gula era de madrugada. Ela abria a geladeira e comia até não poder mais.
As visitas ao médico eram um drama: saía de lá chorando por causa das broncas que levava. “Ele disse que eu deveria parar de engordar nos 68 quilos, mas no quinto mês eu já estava pesando isso”, recorda.
Um dia, quando estava de shortinho em casa, o marido olhou para ela e disse: “O que é isso? Credo!” Eram os furos de celulite espalhados nas pernas. A partir daí, ele passou a chamá-la de carrinho de pipoca. “O legging e o blusão preto viraram uniforme. Cheguei a recusar um convite para ser madrinha de casamento porque nenhuma roupa caía bem. O noivo não entendeu a minha situação e eu fiquei bastante chateada”, recorda. Walquiria ficou com a autoestima totalmente abalada. Chorava muito e não quis mais ficar nua na frente do marido. Mas jurou para si mesma que voltaria a ser magra.
O bebê nasceu e, 20 dias após o parto, liberada pelo médico, voltou para a academia. Só que o ponteiro da balança não mexeu. “As pessoas diziam que eu estava deformada de tão gorda”, lembra. Para completar a tristeza, seu leite secou. Sem rumo, passou a fazer dietas malucas e chegou a tomar fórmulas para emagrecer. Até conseguiu diminuir 8 quilos, mas o resultado foi desastroso: qualquer coisa a irritava! Foi aí que ela decidiu seguir outro caminho.